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Seguro-desemprego: Novas Regras

Conseguir o seguro-desemprego está mais difícil. O Governo Federal determinou que para ter direito a esse benefício, o brasileiro precisa antes tentar encontrar um trabalho em pelo menos três empresas. O novo sistema já está funcionando no Piauí. Com as mudanças, o candidato terá de deixar o currículo em um cadastro online que contém vagas oferecidas por empresas e comércios locais. Os dados serão cruzados e, se identifica-das oportunidades, o trabalhador tem de fazer a entrevista sob pena de ficar sem o benefício. De acordo com a superintendente Paula Mazulo, da Superintendência Regional do Trabalho, o Governo tomou essa decisão para evitar as fraudes que aconteciam em todo o país.

O Ministério do Trabalho paga de três a cinco parcelas, de acordo com o tempo de registro em carteira. O valor mensal vai de R$ 717,12 a R$ 1.019,70. O benefício deve ser suspenso assim que o trabalhador é registrado, mas é difícil impedir as fraudes. O trabalhador, mesmo que já esteja empregado, continua recebendo o seguro-desemprego. "O seguro é um benefício temporário e ele está junto com a intermediação de mão de obra e qualificação profissional. Isso já existia, o que acontecia é que o sistema não estava unificado", explicou Paula Mazulo, superintendente no Piauí.





Agora, no momento em que o trabalhador pede o seguro-desemprego, o nome e o perfil profissional constam automaticamente no cadastro do Sine. "Se, por duas vezes, o trabalhador for convocado para aquela vaga de emprego e não aparecer, sem justificativa, o seguro é cancelado", explicou.

O grande problema é que o desempregado recebia o seguro desemprego e não dava entrada no sistema de qualificação profissional e se fosse chamado para algum emprego, não aceitava a assinatura da carteira de trabalho pelo novo empregador. "Isto é uma forma de fraudar o Ministério do Trabalho. Além do mais, o empresário que aceitasse fazer isso também estava fraudando o Governo, não pagando seus impostos", frisou.

O trabalhador que recusar três vagas, sem justificativa, vai ficar sem o benefício. A intenção é oferecer, para quem veio pedir o seguro-desemprego, uma nova oportunidade de trabalho na hora. Dessa forma, em vez do dinheiro do seguro, que tem prazo para acabar, o trabalhador sai com uma proposta de salário. Se estiver em tratamento de saúde, ou num curso de qualificação profissional, o candidato pode recusar as vagas, mas nesses casos o processo vai ser examinado pelo Ministério do Trabalho, em Brasília.

O novo sistema é abastecido pelo Sistema Nacional de Empregos (Sine), Caixa Econômica Federal e pelo próprio ministério. As três instituições atuam no pagamento do seguro-desemprego e incluirão os currículos no site do Portal Mais Emprego, do governo federal. Por ser público, ele pode ser consultado pelas empresas. O contrário também ocorre e os patrões podem oferecer colocações, fazendo a página funcionar como um caderno de classificados.


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6 comentários:

supremo jurídico

ótimo blog, gostei muito.

Pessoal visitem meu blog, tb:

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tem vários modelos de petições.

Equipe

Olá,
Muito obrigada por visitar e por elogiar o blog. Com certeza irei visitar o seu e verei todos os modelos com carinho.
Abraços!

lmtrabalhistas

Olá gostei do seu blog, calculos trabalhistas é a minha área tbem
se puder visita o meu
lm-trabalhistas.blogspot.com
abraçossss

Anônimo

Vejamos: No tópico SEGURO DESEMPREGO NOVAS REGRAS...

Bem, primeiro devemos colocar bem claro a situação econômica do desempregado. Se por acaso o emprego estiver com alguma RESTRIÇÃO COMERCIAL E FINANCEIRA EM SEU NOME, pode ter certeza que este não CONSIGUIRÁ TRABALHADO DE JEITO NENHUM, pois há uma barreira entre o trabalho e a inadimplência do mesmo. Será que o governo pensou nisso!!! Pois emprego, para desempregado com restrições não haverá nunca, a não ser que o próprio governo baixa um decreto lei, dando oportunidades para estas pessoas terem uma nova recolocação e oportunidade para renegociarem suas dívidas e quita-las. Assim fica um circulo vicioso, o empregado não arruma trabalho para salda suas dívidas e consequentemente o empregadores não admitem empregados com restrições, aí o pergunto: QUEM PAGA O PATO? O GOVERNO, pois o mesmo não envia uma lei para o congresso restringindo os empregadores o acesso a dados comerciais e financeiros dos canditados a emprego.
ESTA DITO, QUEM QUISER COPIAR E ENVIAR PARA UM DESSES DEPUTADOS QUE ESTÃO NO CONGRESSO COÇANDO O SACO, PODE ENVIAR. Abraços a todos.

lmtrabalhistas

Parabens pelo blog
galera, visitem meu blog,
lm-trabalhistas.blogspot.com
abraçoss

liberdade para se trabalhar

Concordo plenamente, só o curso não garante o emprego, pois se o profissional tiver restrições financeiras não consegue emprego em lugar nenhum e isso tem almentado o caso de violência em todo país, pois o a pessoa não consegue trabalho e vê seu filho passando fome ele com certeza vai partia para a violência, juntando-se a marginais onde não se cobra nome limpo na praça. os gavernatesdeviam sim criar lei para acesso ao trabalhador no mercado de trabalho, pq se ele não trabalhar não vai conseguir nunca saldar os seus débitos a não ser que roube...

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